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Obesidade

A obesidade infantil sempre foi uma temática de muita relevância na comunidade médica. Para acessar abordagens sobre obesidade infantil e riscos associados, acesse esta categoria exclusiva para profissionais de saúde.

Assessing the Lifetime Cost-effectiveness of Low-Protein Infant Formula as Early Obesity Prevention Strategy: The CHOP Randomized Trial

A obesidade infantil é uma doença muito prevalente na população pediátrica mundial, e o Brasil reflete esta realidade. Mais do que uma preocupação pontual, os números mostram que a tendência populacional secular é o aumento galopante da proporção de crianças com excesso de peso. Segundo os últimos dados publicados do IBGE (2009).

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NOTA IMPORTANTE: A nutrição ideal para mães e bebês durante os primeiros 1.000 dias de vida é fundamental para a saúde ao longo da vida. Acreditamos que o aleitamento materno é a melhor opção para o lactente proporcionando benefícios nutricionais, de proteção contra doenças e afetivos, demonstrando sua superioridade quando comparado aos seus substitutos. É fundamental que a gestante e a nutriz tenham uma alimentação equilibrada e saudável durante a gestação e amamentação, para apoiar uma gravidez saudável e preparar e manter a lactação. A amamentação é recomendada de forma exclusiva até o 6º mês de vida e sua manutenção é indicada até os 2 anos de idade ou mais. O uso desnecessário de mamadeiras, bicos e chupetas, bem como a introdução desnecessária ou inadequada de alimentos artificiais e de demais alimentos e bebidas, devem ser desencorajados, pois podem prejudicar o aleitamento materno e a saúde do lactente, além de dificultar o retorno à amamentação. Caso a mãe opte por não amamentar e decida utilizar outros alimentos ou substitutos do leite materno, ela deve receber orientações sobre as instruções de preparo dos produtos. Fórmulas infantis para necessidades dietoterápicas específicas devem ser utilizadas sob supervisão médica, após a consideração de todas as opções de alimentação, incluindo a amamentação. Seu uso continuado deve ser avaliado caso-a-caso considerando o progresso do bebê. É importante garantir a adequada higienização e esterilização de mamadeiras e utensílios, e o uso de água previamente fervida para evitar prejuízos à saúde do bebê. A mãe deve estar ciente das implicações econômicas e sociais do não aleitamento ao seio. O leite materno não é somente o melhor, mas também o mais econômico alimento para o bebê, e o uso de seus substitutos aumenta significativamente os custos no orçamento familiar. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que, no momento da introdução de alimentos complementares, respeitem-se os hábitos educativos e culturais para a realização de escolhas alimentares saudáveis. Como bebês crescem em ritmos diferentes, os profissionais de saúde devem orientar pais e responsáveis sobre o momento apropriado para iniciar a alimentação complementar.

Em conformidade com a Lei 11.265/06 e regulamentações subsequentes; e com o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno da OMS (Resolução WHA 34:22, maio de 1981).

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