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Alimentação do pré-escolar

A fase pré-escolar compreende dos dois aos seis anos de idade. Para se atualizar quanto as questões nutricionais desta importante fase da vida de uma criança, entre nesta categoria e confira os conteúdos técnico científicos exclusivos para profissionais de saúde.

Destaques do mês

O papel das Fórmulas Infantis de Primeira Infância na Nutrição Adequada

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O papel das Fórmulas Infantis de Primeira Infância na Nutrição Adequada

Confira neste vídeo com a Dra Virgínia Weffort – Médica pediatra, Nutróloga e Presidente do departamento científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria – Informações científicas relevantes sobre a importância das Fórmulas Infantis de Primeira Infância para a nutrição das crianças de 1 a 3 anos, período de grande crescimento e desenvolvimento e fase em que a seletividade alimentar pode ser bastante comum.

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O papel das Fórmulas Infantis de Primeira Infância na Nutrição Adequada

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Seletividade Alimentar

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Nutrição como aliada a imunidade infantil: da teoria à prática

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Como orientar a nutrição da criança vegetariana

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Caso Clinico: Meu filho está comendo o dia todo

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Alteração nos padrões alimentares da criança durante a quarentena: como orientar?

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Principais diferenças entre Fórmula Infantil e Composto Lácteo

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Compostos lácteos pediátricos: como diferenciá-los?

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Caso Clínico: Estou preocupada com a alimentação da minha filha

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Infográfico – Compostos lácteos pediátricos, como diferenciá-los?

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Infográfico – Compostos lácteos pediátricos, como diferenciá-los?

MATERIAL TÉCNICO-CIENTÍFICO DESTINADO EXCLUSIVAMENTE AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. PROIBIDA A DISTRIBUIÇÃO A OUTROS PÚBLICOS E A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL.

NOTA IMPORTANTE: A nutrição ideal para mães e bebês durante os primeiros 1.000 dias de vida é fundamental para a saúde ao longo da vida. Acreditamos que o aleitamento materno é a melhor opção para o lactente proporcionando benefícios nutricionais, de proteção contra doenças e afetivos, demonstrando sua superioridade quando comparado aos seus substitutos. É fundamental que a gestante e a nutriz tenham uma alimentação equilibrada e saudável durante a gestação e amamentação, para apoiar uma gravidez saudável e preparar e manter a lactação. A amamentação é recomendada de forma exclusiva até o 6º mês de vida e sua manutenção é indicada até os 2 anos de idade ou mais. O uso desnecessário de mamadeiras, bicos e chupetas, bem como a introdução desnecessária ou inadequada de alimentos artificiais e de demais alimentos e bebidas, devem ser desencorajados, pois podem prejudicar o aleitamento materno e a saúde do lactente, além de dificultar o retorno à amamentação. Caso a mãe opte por não amamentar e decida utilizar outros alimentos ou substitutos do leite materno, ela deve receber orientações sobre as instruções de preparo dos produtos. Fórmulas infantis para necessidades dietoterápicas específicas devem ser utilizadas sob supervisão médica, após a consideração de todas as opções de alimentação, incluindo a amamentação. Seu uso continuado deve ser avaliado caso-a-caso considerando o progresso do bebê. É importante garantir a adequada higienização e esterilização de mamadeiras e utensílios, e o uso de água previamente fervida para evitar prejuízos à saúde do bebê. A mãe deve estar ciente das implicações econômicas e sociais do não aleitamento ao seio. O leite materno não é somente o melhor, mas também o mais econômico alimento para o bebê, e o uso de seus substitutos aumenta significativamente os custos no orçamento familiar. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que, no momento da introdução de alimentos complementares, respeitem-se os hábitos educativos e culturais para a realização de escolhas alimentares saudáveis. Como bebês crescem em ritmos diferentes, os profissionais de saúde devem orientar pais e responsáveis sobre o momento apropriado para iniciar a alimentação complementar.

Em conformidade com a Lei 11.265/06 e regulamentações subsequentes; e com o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno da OMS (Resolução WHA 34:22, maio de 1981).

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