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Microbiota Intestinal

O termo microbiota intestinal refere-se à população de micro-organismos, como bactérias, vírus e fungos, que habitam todo o trato gastrointestinal. Para acessar mais informações, exclusivas para profissionais de saúde, sobre a importância da microbiota intestinal na primeira infância, acesse esta categoria.

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HMO | Imunidade e Modulação da Microbiota Intestinal com Dra. Adriana Graziano

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HMO | Imunidade e Modulação da Microbiota Intestinal com Dra. Adriana Graziano

Os HMOs (oligossacarídeos do leite humano) são compostos bioativos multifuncionais. Confira o vídeo da Dra. Adriana Graziano (gastroenterologista pediátrica) sobre o histórico dos HMOs e os seus benefícios para a saúde do lactente com evidências imunológicas. Material destinado exclusivamente ao profissional de saúde.

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HMO | Imunidade e Modulação da Microbiota Intestinal com Dra. Adriana Graziano

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HMO | Crescimento e desenvolvimento com Dr. Paulo Pachi

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Formação da Microbiota Intestinal

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Fórmula Infantil com Predominância de Soro de Leite Induz Microbiota Fecal Semelhante à Encontrada em Crianças Amamentadas

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Efeito da fórmula infantil com prebiótico na tolerância gastrointestinal e microbiota fecal

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MATERIAL TÉCNICO-CIENTÍFICO DESTINADO EXCLUSIVAMENTE AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. PROIBIDA A DISTRIBUIÇÃO A OUTROS PÚBLICOS E A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL.

NOTA IMPORTANTE: A nutrição ideal para mães e bebês durante os primeiros 1.000 dias de vida é fundamental para a saúde ao longo da vida. Acreditamos que o aleitamento materno é a melhor opção para o lactente proporcionando benefícios nutricionais, de proteção contra doenças e afetivos, demonstrando sua superioridade quando comparado aos seus substitutos. É fundamental que a gestante e a nutriz tenham uma alimentação equilibrada e saudável durante a gestação e amamentação, para apoiar uma gravidez saudável e preparar e manter a lactação. A amamentação é recomendada de forma exclusiva até o 6º mês de vida e sua manutenção é indicada até os 2 anos de idade ou mais. O uso desnecessário de mamadeiras, bicos e chupetas, bem como a introdução desnecessária ou inadequada de alimentos artificiais e de demais alimentos e bebidas, devem ser desencorajados, pois podem prejudicar o aleitamento materno e a saúde do lactente, além de dificultar o retorno à amamentação. Caso a mãe opte por não amamentar e decida utilizar outros alimentos ou substitutos do leite materno, ela deve receber orientações sobre as instruções de preparo dos produtos. Fórmulas infantis para necessidades dietoterápicas específicas devem ser utilizadas sob supervisão médica, após a consideração de todas as opções de alimentação, incluindo a amamentação. Seu uso continuado deve ser avaliado caso-a-caso considerando o progresso do bebê. É importante garantir a adequada higienização e esterilização de mamadeiras e utensílios, e o uso de água previamente fervida para evitar prejuízos à saúde do bebê. A mãe deve estar ciente das implicações econômicas e sociais do não aleitamento ao seio. O leite materno não é somente o melhor, mas também o mais econômico alimento para o bebê, e o uso de seus substitutos aumenta significativamente os custos no orçamento familiar. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que, no momento da introdução de alimentos complementares, respeitem-se os hábitos educativos e culturais para a realização de escolhas alimentares saudáveis. Como bebês crescem em ritmos diferentes, os profissionais de saúde devem orientar pais e responsáveis sobre o momento apropriado para iniciar a alimentação complementar.

Em conformidade com a Lei 11.265/06 e regulamentações subsequentes; e com o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno da OMS (Resolução WHA 34:22, maio de 1981).

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